2 de set de 2009

Elaboração do Programa e Inserção no Terreno

2 de set de 2009 0
Hoje o professor Daniel deu orientação sobre o programa e a inserção no terreno. Seguem abaixo as anotações:

- Atividade Principal: Definir qual é o empreendimento, qual o seu diferencial, o que irá funcionar nele, qual será o público alvo. (Exemplo: hotel. Que tipo de hotel? Hotel ecológico...)

- Atividade Secundária: Definir qual(is) atividade(s) dará(ão) suporte ou complementará(ão) a atividade primária. (Exemplo: lanchonete, praça de alimentação, loja, etc.). Obs.: Tomar cuidado para não dar uma importância à atividade secundária que passe a igualar ou a substituir a importância da atividade principal.

- Apoio: Pensar em como as atividades funcionarão, no que elas precisam para funcionar e em como serão esses apoios (Exemplos de apoios: I.S., estacionamento, lixo, depósito, carga e descarga, guarita, etc. . É muito importante pensar em tudo o que vai precisar antes para não ter que fazer modificações que atrapalhem o projeto. Para isso, é preciso pensar nas RELAÇÕES, nos ACESSOS, nas OBSERVAÇÕES e na ÁREA.

Relações: Pensar no exemplo do restaurante. O que ele precisar ter? Como ele funciona? Existe a parte dos clientes e a parte de operação. Tentar bolar esquemas com fluxogramas coloridos, por exemplo, para ter uma visualização das relações entre os espaços, os equipamentos e as pessoas.

Acessos: Pensar nos acessos e nos tipos de acessos; se devem ser restritos, liberados, etc.

Observações: Segue o exemplo da academia, onde uma das observações é a justificativa das esteiras estarem posicionadas em frente à abertura, que é a vista.

Área: Pensar nos tamanhos dos equipamentos, espaços e circulações, somar tudo e acrescentar mais 20% de erro nessa soma para poder ter uma ideia de área necessária para as atividades.

27 de ago de 2009

TP1 - Caderneta de Campo

27 de ago de 2009 0
A caderneta de campo desse trabalho será diferente da caderneta de campo do semestre passado. Agora o foco é no projeto e no local onde ele será proposto. A caderneta deve mostrar a proposta, como o projeto irá funcionar e interferir no espaço e na vida das pessoas. É preciso apontar usos, público, conflitos, impactos, acessos, permeabilidade, tráfego, vias, entorno, vistas, eixo, vizinhança, características geomorfológicas do local, etc. É legal também criar diretrizes para o lote escolhido (Ex.: aproveitar equipamentos, articular usos, garantir abertura de vias, etc.)

A caderneta de campo deverá ser entregue no dia 04/09/09 em formato A4 e valerá 10 pontos.

Segue abaixo o roteiro da caderneta de campo fornecido pela professora Junia:

ROTEIRO DA CADERNETA DE CAMPO

O TERRENO E SEU CONTEXTO

1.1 A Paisagem Urbana:
A topografia e seu impacto na paisagem urbana.
Traçado urbano, hierarquias viárias, estruturas espaciais (centralidades x linearidades, aberturas x fechamentos etc).
Tipologias predominantes: afastamentos, alturas, características arquitetônicas (cores, texturas, materiais, volumetria, época).
Espaços de transição entre o público e o privado: contribuições à qualificação do sítio.
Imagens marcantes; silhuetas predominantes; perspectivas e eixos visuais significativos; elementos arquitetônicos e paisagísticos contribuindo positiva e/ou negativamente na qualificação da paisagem; edificações significativas.
A participação do terreno nesta paisagem.
Apresentação em plantas, croquis esquemáticos e fotos com os comentários necessários.

1.2 Usos:
Os diversos usos e sua distribuição na estrutura urbana (comercial / residencial / institucional).
O trânsito de automóveis, espaços para estacionamento.
O trânsito de pedestres.
Observar a existência de conflitos e transgressões.
Apresentação em mapas e fotos com os comentários necessários.

1.3 Entorno Imediato:
Edificações lindeiras ao terreno:
Fachadas frontais e laterais, observando alturas e completando informações quanto às aberturas.
Arborização e paisagismo: indicação de vegetação, porte das árvores e existência de canteiros.
Mobiliário urbano (abrigos de ônibus, bancas de jornal, bancos de praça, lixeiras, telefones públicos etc.).
Apresentação em desenhos, croquis esquemáticos e fotos, com os comentários necessários.

1.4 O Terreno:
Forma e proporção do terreno em relação aos espaços ocupados e aos vazios.
Eixos dominantes e outras estruturas espaciais existentes no terreno.
Acessos possíveis e/ou desejáveis.
Visadas e perspectivas da circunvizinhança para o terreno e deste para a circunvizinhança.
Insolação (observando sombreamentos) e vento dominante
Restrições impostas pela legislação de uso e ocupação do solo quanto a afastamentos, aproveitamento e ocupação do solo.
Apresentação em croquis esquemáticos, desenhos de observação e fotos, com os comentários necessários.

2. Programa:
Conceituação do Projeto e justificativa do tema
Demandas genéricas (pré-dimensionamentos), organização espacial (fluxos, proximidades)
Circulações verticais (elevadores, escada de incêndio, escadaria pública)
Apresentação em croquis esquemáticos, memorial descritivo, exemplos etc.

3.Imposições Legais:
Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS – Leis N°7.166, de 27/08/96 e N°8.137, de 21/12/00).
Código de Obras da PMBH (Decreto Lei 840/040).
Prevenção de Incêndios – percursos e escoamentos (PMMG - Corpo de Bombeiros)
Acessibilidade (NBR 9050).
→ Apresentação (cópia) apenas dos trechos pertinentes aos aspectos do tema em questão.

4. Estudos de Casos Análogos:
Selecionar e analisar projetos que solucionem de forma interessante alguns dos problemas do tema proposto, como: conceituação, tema, implantação em terrenos com inclinação e uso de subsolos, formas de diálogo com entorno e/ou edificações vizinhas, percursos internos, ou outros aspectos que o grupo julgar pertinente.
Apresentação em croquis esquemáticos, cópias e/ou colagens com comentários.

OBSERVAÇÃO:
Cada grupo apresentará uma Caderneta de Campo, que deverá ser entregue no dia 04/09

Visita à ADE Trevo

No último sábado, dia 22/08, fomos visitar a ADE Trevo para observarmos a área e definirmos os locais de cada projeto. Antes, nas aulas, a turma se dividiu basicamente em duplas ou trios e cada grupo formado pré-estabeleceu um projeto com uso e local de própria escolha. A turma, atenta à demanda de diversidade de usos da área e visando a Copa do Mundo de 2014 e as características da ADE Trevo, pensou em algumas opções de projeto. Alguns empreendimentos e intervenções já foram propostos. Entre as propostas estão os projetos de um hotel, centro esportivo, academia/spa zen, restaurante, SESC, mercado, praça, etc. Os lotes escolhidos concentram-se em volta da Toca da Raposa II, no meio e no ponto mais alto da ADE Trevo, onde os lotes e a infraestrutura estão subutilizados. Os projetos deverão seguir a legislação vigente (Plano Diretor e LUOS de BH de 1996) e seus devidos parâmetros urbanísticos. Há muito trabalho pela frente, pois não é só o projeto que conta, mas também a integração de todos esses empreendimentos para a melhoria da vida da população no espaço urbano.

26 de ago de 2009

Blog do Estúdio Híbrido I no Ar!!!

26 de ago de 2009 1

A partir de hoje, nós, os alunos do 6º período do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário UNA, por determinação do nosso querido professor Daniel Freitas, postaremos aqui no Blog do Estúdio Híbrido I tudo o que estiver relacionado à essa disciplina, que é cursada também pelos alunos do 7º período. Os responsáveis pelas postagens e textos do blog são Eric, Kassiany, Naiara e Satiro.
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O Elenco de Alunos:

6º período: Antônio Carlos (Tonin), Assis, Claudirene, Douglas (Brazuca), Eric, João Paulo, Josean, Kassiany, Naiara, Patrícia, Paula, Raíssa, Rubens, Satiro e Teresa.

7º período: André, Andreza, Ângela, Daniela, Karina, Lorena, Roberta, Rodrigo, Rosimara, Rui e Tatiane.
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O Elenco de Professores:

Daniel Freitas e Junia Ferrari são os orientadores do Estúdio Híbrido I, sendo que o professor Daniel orienta a turma do 6º período e a professora Junia orienta a turma do 7º período separadamente, mesmo realizando aulas, apresentações e avaliações com as turmas em conjunto.

Estúdio Híbrido I tem suporte de outras disciplinas ministradas por Alexandre Brasil (Técnicas Construtivas Aplicadas), Daniela Abritta Cota (Infraestrutura Urbana - somente para o 6º período), Eneida Ricardo (Topografia Aplicada - somente para o 7º período), Isabela Vecci (Materiais na Arquitetura Aplicados), Mateus Souza (Sistemas Estruturais Aplicados) e Tatiana Alves (Agência de Fomento).
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O Estúdio e a ADE Trevo:

Inserida na Regional Pampulha do município de Belo Horizonte, a ADE Trevo (Área de Diretrizes Especiais Trevo) é novamente a área objeto de estudo neste semestre. A área compreende parte dos bairros Braúnas, Céu Azul, Enseada das Garças, Nova Pampulha e Trevo; e faz divisa com os municípios de Contagem e de Ribeirão das Neves. Levando em consideração as características da ADE Trevo diagnosticadas em um elaborado trabalho realizado pela turma na disciplina de Estúdio do semestre passado (Estúdio VI - Região), nossa missão agora é projetar edificações e/ou intervenções que beneficiem o espaço urbano e que tenham um bom diálogo entre si, visando a melhoria da qualidade de vida urbana e fazendo valer a ideia do Estúdio Híbrido I, que é a disciplina de Estúdio do semestre. Híbrido porque relaciona a arquitetura com o urbanismo de forma com que um faça parte do outro de maneira consistente, dependentes assim como na realidade.
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Fig. 1: Localização da ADE Trevo.
Fonte: PBH / Editado por Kassiany Souza.
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Fig. 2: Localização da ADE Trevo.
Fonte: Google Earth / Editado por Eric Moniz.

Entre as principais características da área podemos destacar a predominância do uso residencial unifamiliar em lotes geralmente grandes (1000m²); a presença de muitos lotes vagos e de muitas áreas verdes de preservação; a ausência quase total de comércio, serviços, espaços públicos de lazer e mobiliários urbanos; a diversidade social, principalmente entre as extremidades leste e oeste (alta renda na extremidade próxima à Lagoa da Pampulha e ao Complexo Arquitetônico de sua orla e baixa renda na extremidade próxima à divisa com os municípios adjacentes, contando inclusive com um acampamento do MST); altos riscos geológicos, ambientais e paisagísticos; e, finalmente, a proximidade com o potencial turístico da Pampulha.
 
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